Muitas pessoas viveram e ainda vivem o dilema da morte. Seja pela morte de um ente querido, ou de uma pessoa amada, ou desejo constante de morrer. O fato é que a morte é uma realidade presente na vida de todos, sem nenhuma exceção. Seja como um evento da vida, que de repente vem de súbito no contexto das relações. Ou a própria morte que um dia virá para todos como certeza.

No entanto, lidar com a morte parece não ser algo fácil para muitas pessoas; pois, eu costumo dizer que existem viúvas de sete dias e isso é normal. Viúvas de sete meses e até um pouco mais dependendo o tempo da relação, e isso também é normal. No entanto, quando se encontra uma viúva de 7 anos, isso já não é mais normal. Geralmente se encontra nessas pessoas casos de depressão instalada a partir de problemas e questões psicoemocionais não resolvidas ao longo desse processo.

O fato é que muitas pessoas ainda não superaram a dor da morte. Nesse sentido, não significa que a pessoa não irá sentir saudade, que é parte do processo natural de quem viveu a perda de uma pessoa amada. Esse luto que dura por um tempo e depois o sentimento de saudade, que nunca sai, é saudável. Já a não aceitação de que a pessoa amada tenha morrido, como um processo natural da vida, junto com sentimento de dor e sofrimento que a morte traz, isso sim pode ser um problema. Em alguns casos esse problema faz a pessoa se sentir impotente, paralisada diante da vida. Levando a pessoa a um cenário de incapacitação. Nesse contexto, resolver esse sentimento é necessário e preciso.

Em outro cenário, estão as pessoas chamadas: suicidas. De modo geral, muito mal compreendidas e a associadas a pessoas depressivas. O que nem sempre é verdade. Pois existe depressão com desejo de suicídio e também existem pessoas com desejos de suicídio sem depressão.

Tanto as pessoas que desejam se suicidar, quanto os depressivos, são entendidos pela maioria da sociedade, como pessoas fracas. Esse pensamento é resultado de um desconhecimento profundo do que está por trás do suicídio e da depressão.

As pessoas que desejam se suicidar não são pessoas fracas. Ao contrário, são pessoas que por um longo tempo tentaram se manter fortes diante de sentimentos e emoções tão destruidoras que acompanharam essa pessoa por uma vida inteira.

A pessoa que pensa em suicídio em nenhum momento deseja a morte. Geralmente deseja a vida que não encontra nessa vida.

Em outros casos deseja a cessação do sofrimento que em um dado momento se tornou insuportável.

Nesse sentido, é importante nunca criticar ou condenar, mas sempre acolher essas pessoas. Pois, elas estão o tempo todo dando sinais de pedido de socorro.

Todos esses casos mostram que a vida tem pressa e comprovam que tratamentos de médio e longo prazo são ineficazes diante da urgente necessidade de salvar a vida; pois, quando se submete a pessoa nessas condições a tratamentos de médio e longo prazo, como propõe as terapias tradicionais, na maioria das vezes o resultado disso são pessoas que vão desfalecendo e depauperando cada vez mais no mundo psicoemocional (mente, emoções e sentimentos) e num dado momento, exaustos e exauridos de processos de tratamentos tão longos, acabam por vezes tomando a decisão de se suicidar muito antes das terapias tradicionais gerarem resultados. Tornando-se assim, ineficaz o processo terapêutico.

Não é necessário uma grande pesquisa científica para perceber que o uso de medicamentos nesses casos, apresentam um alívio temporário, ao mesmo tempo que se observa inúmeros casos de pessoas que usam medicamentos em superdosagens para tentar facilitar o suicídio. Assim é fácil perceber que se por um lado os medicamentos é uma solução temporária, ainda assim é um remédio, que permite apenas remediar o problema até se buscar uma solução para resolver a causa do problema.

Nesse sentido, as terapias breves, realizadas com técnicas objetivas que vão direto a causa da questão como é o caso da Hipnoterapia, Hipnoanálise, PNL – Programação Neurolinguística, o método sedona e outras técnicas, são mais eficazes porque tem uma proposta que vai direto na causa em poucos atendimentos de forma mais rápida que as terapias tradicionais de médio e longo prazo e promove ação terapêutica a cada atendimento, permitindo que a pessoa resolva e encontre a medida de paz necessária para vida.

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